Como usar os dedos de forma correta no contrabaixo?

Usando os dedos de forma correta
Os dedos da mão esquerda são numerados de 1 a 4 como na ilustração.

O dedão não é numerado, ao tocar sua mão esquerda deva estar confortável, sem o mínimo de tensão. Segure o baixo e espelhe seus dedos sobre as cordas, de modo que cada dedo fique sobre uma casa no braço do baixo.

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Afinação do contrabaixo elétrico 4, 5 e 6 cordas

Afinação do contrabaixo 4 cordas

4 cordas – E – A – D – G

Geralmente é mais fácil achar a afinação usando som Harmônico. Afinação harmônica é feito da seguinte forma.

Encoste o dedo (não pressione, somente trisque na corda) em qualquer corda na posição exata do traste de número 7 (sete), a nota soará bem aguda.

O harmônico correspondente será o da corda acima, no traste de número 5(cinco). Abaixo, em amarelo, está representado a posição do harmônico E (Mi) nas cordas E (Mi) & A (Lá)

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Partes do contrabaixo

Partes do contrabaixo elétrico

Breve explicação sobre componentes do baixo elétrico. Esse conhecimento do instrumento é muito importante para seu aprendizado.

PONTE – Uma peça muito importante do baixo. Embora pareça que seja apenas um apoio para as cordas, é ela quem faz a transferência das vibrações da corda para a madeira do corpo. Em alguns baixos, as cordas não são presas na ponte, mas sim diretamente no corpo, visando um melhor aproveitamento dos graves.

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ESCALA DIMINUTA

Escala Diminuta

A escala diminuta é uma escala simétrica

Escala diminuta consiste de oito notas e em acordes se repete a cada um tom e meio
A distância entre as notas podem ser: Tom – Semitom – Tom – Semitom – Tom – Semitom – Tom

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Elementos do Jazz

Muito já se escreveu sobre a dificuldade de se definir o jazz. Uma corrente de pensamento afirma que o jazz não é o que se toca, mas sim como se toca.

De qualquer modo, pode-se afirmar com certa confiança que dois elementos são absolutamente necessários numa performance de jazz: o swing e a improvisação.

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História da música

Johann Sebastian Bach

Parte 1

A música nasceu com a natureza, ao considerarmos que seus elementos formais, o som e ritmo, fazem parte do universo e, particularmente da estrutura humana.

O homem pré-histórico descobriu os sons que o cercavam no ambiente e aprendeu a distinguir os timbres característicos da canção das ondas se quebrando na praia, da tempestade se aproximando e das vozes dos vários animais selvagens e encantou-se com seu próprio instrumento musical – a voz.

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Características e História

Vários componentes elétricos e configurações do amplificador podem ser usadas para alterar o som do instrumento.

Design O baixista atual tem um amplo campo de escolha para seu instrumento, como por exemplo: Número de cordas (e afinação): Como o modelo original de Leo Fender, que tinha 4 cordas afinadas em EADG, ou algumas vezes em DADG)

Cinco cordas (geralmente BEADG, podendo em alguns casos ser EADGC) Seis cordas (geralmente BEADGC, mas EADGBE também tem sido usado)

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Origem do Contrabaixo

Double Bass ou Rabecão

Sua origens remotas na idade Média, período compreendido entre o Cisma Greco-Oriental (1054) e a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos (1453).

Descendente de uma família chamada “violas”, que se dividia em dois grupos, violas de braço e violas de pernas, o contrabaixo é hoje o herdeiro maior e de som mais grave deste segundo grupo. Por volta de 1200, o nome gige era usado para destinar tanto a Rabeca, instrumento de origem árabe com formato parecido com o alaúde como a guitar-fiddle (uma espécie de violão com o formato semelhante a um violino).

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Alguns baixistas influentes!

Jaco Pastorius

Os baixistas a seguir são alguns dos que contribuíram para o desenvolvimento do baixo elétrico:

  • Jaco Pastorius – Revolucionou a técnica do contrabaixo elétrico. Jazz, Funk, Fusion, foi pioneiro no uso de harmônicos e baixo fretless.
  • Dee Dee Ramone – Baixista influente do punk, desenvolveu uma técnica revolucionária para a época, que consiste em tocar rápido em conjunto com a guitarra e a bateria, e que é muito utilizada até hoje.
  • Mauro Sérgio Villanacci (baixista do Primos da Invenção – técnica de velocidade extrema no baixo elétrico
  • Chico Gomes – Inventor da tecnica do triplo dominio.
  • Cris Squire – Virtuosidade e ténicas apuradas com ênfase a sonoridades melódicas e surrealistas no estilo rock progressivo (Yes)
  • Nico Assumpção – Grande Baixista em todos os sentidos, usava varias técnicas em seus solos, seu máximo virtuosismo tanto no elétrico como no acústico com perfeita articulação, solos rápidos e uma sonoridade cristalina.
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Lançamento do e-book “Especial 6 cordas”

Lançamento do livro digital (e-book) do site contrabaixo elétrico, com o título
“Especial 6 Cordas”, será uma edição especial voltada ao contrabaixo de 6 cordas.

É uma cobrança antiga dos usuários do site, que alegam ser difícil achar livros ou material voltado ao contrabaixo de 6 cordas.

Neste livro encontrará técnicas voltado para o baixo de 6 cordas, escalas, formação de acordes, teoria, conceitos, campo harmônico e muito mais.

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Inventor do Contrabaixo elétrico

Leo Fender

O contrabaixo elétrico é um instrumento derivado da guitarra elétrica, e surgiu devido à dificuldade de se transportar e tocar o contrabaixo de acústico.

Foi inventado por Leo Fender em 1951 Clarence Leo Fender, perito em eletrônica de rádios e criador da guitarra elétrica que levava seu nome, observou que o contrabaixo acústico apresentava alguns inconvenientes para pequenas formações musicais, como seu tamanho e a sua baixa sonoridade (em comparação com a guitarra elétrica), o que obrigava aos contrabaixistas da época a colocarem microfones para uma maior amplificação do instrumento.

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